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Mobilidade em Curso

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Quando pensamos em mobilidade urbana sobre trilhos, no Brasil, a primeira palavra que nos vem à mente é o metrô.

Apesar do Brasil ter uma malha pequena comparada a metrópoles de outros países, os investimentos neste modal cresceram de maneira significativa nos últimos anos, se comparados a décadas anteriores.

Estatística

O Brasil possui hoje 1.062 km de vias metroferroviárias, espalhadas em 13 regiões da federação, 44 linhas, 557 estações, 14 operadores e 21 sistemas ferroviários.

Em 2016, foram 9,85 milhões de usuários transportados por dia útil e 2,91 bilhões de pessoas ao longo do ano.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) apresentou um estudo no final do ano passado que serve de perspectiva para a indústria ferroviária e nossos governantes.

“Para atender a demanda, o Brasil precisa ampliar pelo menos 80% de sua malha metroferroviária. De acordo com o levantamento, para cobrir o déficit da malha é necessário investir cerca de R$ 167 bilhões em infraestrutura”, diz o estudo.

Sabe-se que o único modal capaz de transportar uma grande quantidade de pessoas é o ferroviário.

O que não se sabe, até por falta de divulgação, é o quão benéfico este tipo de transporte é para a sociedade, para o meio ambiente e para a vida de uma cidade.

Isso torna o transporte sobre trilhos algo único, essencial para a infraestrutura de uma metrópole, estado ou país.

Os projetos brasileiros

Segundo a ANPTrilhos, o Brasil hoje dispõe de diversos projetos contratados ou em execução. Segue exemplos:

  • Linha 2 do Metrô de Salvador, operada pela CCR Bahia;
  • Linha 5 – Lilás, 15 – Prata e 17-Ouro em monotrilho do Metrô de São Paulo;
  • a construção da Linha 13-Jade da CPTM, da Luz ao Aeroporto de Cumbica;
  • diversos projetos de VLT em Fortaleza, Maceió, Goiânia, Cuiabá, etc.

O VLT de Salvador, por exemplo, substituirá os velhos trens e aproveitará a mesma linha do trem de subúrbio da cidade, hoje obsoleto.

São Paulo aguarda ansiosamente pelo Trem InterCidades, uma rede ferroviária de média velocidade que ligará a capital paulista com a Baixada Santista, Sorocaba, Americana e Pindamonhangaba.

A capacidade da indústria ferroviária

Empresas como Alstom, Bombardier, CAF e Hyundai Rotem têm a capacidade de fabricar juntas 1.200 carros de passageiros por ano.

Portanto, acreditamos e apoiamos o desenvolvimento de todos estes projetos que, com o auxílio da indústria nacional, sem a menor sombra de dúvidas, serão os responsáveis pela solução gradual do problema da mobilidade urbana nas metrópoles.

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About Gustavo Ferrari

Jornalista especializado em transportes, trabalha há quase 10 anos desenvolvendo projetos de comunicação para os setores de transporte, em especial o ferroviário, rodoviário e duas rodas. Já escreveu para International Railway Journal, Revista Ferroviária, OTM Editora, TRAINS Magazine, SHR Editorial, etc. Atualmente trabalha como assessor de comunicação da ABIFER.
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