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VLI investe em manutenção de ponta

A operadora Valor da Logística Integrada (VLI) está investindo mais de R$ 200 milhões na manutenção de ponta para aprimorar a via permanente para os próximos quatro anos.

Para o processo de troca de dormentes, a empresa adquiriu o Tie Gang, um conjunto de sete máquinas que automatiza o serviço, desde a retirada do dormente à fixação da peça nova.

São mais de 1.000 dormentes por dia, que reduzem o risco de acidentes no trabalho.

“É um Tie Gang exclusivo, ele foi pensado para nossa demanda e reúne cinco equipamentos nacionais”, frisa o gerente geral de Engenharia Ferroviária, João Silva Júnior.

Gestão Total de Atrito (GTA)

A VLI também está realizando uma outra frente para Gestão Total de Atrito (GTA) em Ribeirão Preto e na Ferrovia Norte-Sul.

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A partir do ano que vem, a operadora será a empresa brasileira de logística com maior número de sistemas fixos eletrônicos de GTA nas duas linhas férreas.

Esse aparato é formado por dois tipos de equipamentos, os lubrificadores de trilhos e os aplicadores TOR.

O lubrificador de trilho libera graxa nos frisos das rodas dos vagões e permite a distribuição da substância por até quatro quilômetros.

Já os TOR’s garantem a dispersão de um componente para modificar o atrito entre rodas e trilhos oferecendo mais aderência.

Nos TOR’s, o alcance também é de quatro mil metros, e ambas as tecnologias são acionadas por sensores magnéticos mediante a passagem dos vagões.

Já são 88 aparelhos em operação e até o fim do ano que vem serão mais de 200 equipamentos. Até 2022, serão mais de 300 distribuídos nos corredores da VLI.

Ribeirão Preto

A VLI também informou em nota que está trocando toda a linha férrea de Ribeirão Preto, que tem mais de 30 anos de uso. A região contará com 50 km renovados.

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Modernização de via em Ribeirão Preto (SP). Créditos: VLI/Divulgação

Essa melhoria contempla a troca dos dormentes, a substituição de trilhos, a renovação de lastro e a correção geométrica da via, que representam um nível maior de segurança operacional.

Com a conclusão desse trecho a região passará a contar com 107 quilômetros com dormentes de concreto.

No ano que vem, esse número salta para 157.

“O uso deste tipo de dormente não só aumenta a confiabilidade, segurança como também amplia muito a durabilidade da via”, explica Mário Felipetto, gerente geral do Corredor Centro-Sudeste.

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